NA POLANA CANIÇO, FILIPO RESSUSCITA FERIDAS DEIXADAS POR ELINE EM 2000

 A tempestade tropical FILIPO que se fez sentir nas zonas centro e sul do país, entre os dias 12 e 13 de março corrente, deixou rastos de destruição no bairro Polana Caniço, Distrito Municipal KA Maxaquene.


Uma das consequências da passagem do fenômeno é a destruição da vala de drenagem construída no troço onde passava a rua da Costa do Sol com objetivo de canalizar a água da chuva oriunda da Rua Carlos Cardoso, arredores do hospital geral Polana Caniço, com destino ao mar passando pela Avenida Júlio Nherere.

Sandra Manhique, residente no bairro Polana Caniço A, revelou que foi graças ao cumprimento das advertências feitas pelas autoridades que conseguiu salvar seus eletrodomésticos no dia da ocorrência do fenômeno, porém, agora surge um novo e grande perigo instalado no portão da sua residência, a cratera na vala de drenagem.


Além do perigo eminente da cova arrastar as residências, Sandra vai mais longe ao despertar o risco de algum dia perder as crianças que na sua maior inocência por ali brincam sem mínima noção do perigo, daí que clama pela rápida intervenção das autoridades competentes.


Já no bairro Polana Caniço B, encontramos Yolanda Fortunato a tentar esquivar um poste que conduz cabos de telefone e internet via fibra ótica, que caiu no seu muro de vedação na madrugada do dia 13 de março corrente.

De salientar que devido a sua localização geográfica, o bairro Polana Caniço tem sido fustigado ciclicamente por enxurradas que causam inundações urbanas, erosão e destruição dos solos.

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