Ao desenvolver a chamada “economia da estreia”, a CIIE serve não apenas como uma montra de produtos, mas também como uma ponte para a inovação.
A 8.ª edição da CIIE apresenta 461 novos produtos, tecnologias e serviços em áreas como a economia de baixa altitude, robôs humanoides, inteligência artificial, e tecnologias verdes e de baixo carbono. Introduz igualmente novas tendências de consumo ligadas à economia prateada (voltada para a população idosa), à economia do gelo e da neve, à economia desportiva e ao turismo cultural automóvel.
Na visão de Wang Wen, estas novidades transformaram a exposição num grande palco para exibir as mais recentes tecnologias, níveis de inovação e padrões estéticos de vários países do mundo. “Elas não apenas ajudam a satisfazer a busca do povo por uma vida melhor, mas também impulsionam o mercado chinês a oferecer melhores sistemas e serviços, fomentando novos modelos de negócio e serviços e, com isso, atraindo mais talentos para a China.”
À medida que os efeitos de transbordamento — com produtos expostos a transformarem-se em mercadorias e expositores em investidores — continuam a manifestar-se, o imenso mercado chinês e as suas vantagens industriais bem consolidadas estão a atrair numerosas corporações multinacionais a aprofundar as suas estratégias de localização no país e a aumentar os investimentos em investigação e desenvolvimento.
Por exemplo, a Medtronic tem acelerado os seus esforços para reforçar a presença no mercado chinês. Recentemente, inaugurou em Pequim o seu primeiro centro de inovação em saúde digital.
Pequim lidera o mundo no desenvolvimento da inteligência artificial e da digitalização, e a capital chinesa conta ainda com um vasto contingente de talentos e hospitais universitários de excelência, afirmou Cao Shan, acrescentando que a empresa pretende reforçar a cooperação com as forças inovadoras da China.
Cao sublinhou que a Medtronic é participante e beneficiária da reforma e abertura da China. “No futuro, a empresa espera reforçar as suas capacidades de inovação e construir um sistema de cadeia de abastecimento mais resiliente na China, fortalecendo ainda mais a competitividade global”, acrescentou.
O comprometimento da China com uma maior abertura é evidente. O país ocupa o segundo lugar mundial como maior mercado de importações há 16 anos consecutivos, e o nível médio das tarifas globais caiu para 7,3%.
Aproveitando a plataforma aberta da CIIE, a China tem promovido continuamente a facilitação do comércio e do investimento, a protecção da propriedade intelectual e outras inovações orientadas para a abertura, criando marcas como “Invest in China” (Invista na China), “Shop in China” (Compre na China) e “Export to China” (Exporte para a China), proporcionando um ambiente de negócios estável, transparente e previsível para “transformar produtos expostos em mercadorias e expositores em investidores”.
(Repórteres de vídeo: Di Chun, Sun Qing, Chen Jie, Ding Ting, Zhang Mengjie, Li Haiwei, Cen Zhilian e Zhang Jingyi; editores de vídeo: Liang Wanshan, Huipeipei, Zheng Qingbin e Wang Han)
